Tuesday, September 05, 2006

ainda é cedo

Deveria estar lendo “O Capital” mas estou lendo Neruda e isto tem me mantido viva.
Me conheci mais um pouco nestes últimos 3 dias,e fiquei feliz em perceber os meus valores.
Retornei a este mural abandonado para abraçar os viciados em paixão:
E VIVA A VIDA, SE ELA NÃO NOS MATAR.

AH! Eu nunca vou me arrepender por ter me deixado cativar ,o amor é a única verdade que me é possível tocar.

2 Comments:

Blogger Ana said...

nossa, tão poética essa garota...
o que o amor não faz com as pessoas...
né?

ps: ah, acabei de descobri que passei na uneb. 4a chamada. não sei o que faço! heheh

3:10 PM  
Blogger Unknown said...

Ter essa sensação da poesia das coisas como questão de sobrevivência, no sentido estrito do termo mesmo, arriscaria até a nível orgânico, é uma coisa em comum de nossas singularidades. Não sei mas segurar com força o choro às vezes diante de Alberto Caeiro ou de Manoel de Barros, sem dúvida isso só pode acontecer com um desequilibrado.

9:44 AM  

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